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Fonoaudiologia

TRIAGEM AUDITIVA NEONATAL

HOSPITAL E MATERNIDADE SÃO MARCOS

 

 

O Hospital e Maternidade São Marcos, preocupado com a saúde dos seus recém-nascidos oferece o programa de Triagem Auditiva Neonatal, mais conhecido como o “teste da orelhinha", cientificamente conhecido como o exame das “Emissões Otoacústicas” caracterizado como sendo o método mais confiável para identificação precoce da deficiência auditiva, recomendado pelo National Institute of Halth (1993) e pela Sociedade Brasileira de Pediatria (2003).

 

Qual é o objetivo do exame?

 

Avaliar a audição (células do ouvido interno) do recém-nascido, por meio de um equipamento computadorizado, não necessita sedação, não causa dor e/ou desconforto.

 

Quanto tempo dura o exame?

 

De 5 a 10 minutos.

 

Quem realiza o exame?

 

Fonoaudiólogos.

 

Quando fazê-lo?

 

O exame é realizado nas primeiras 48 horas de vida durante a internação hospitalar, dentro do berçário com o bebê dormindo ou bem tranqüilo, pois ruídos também interferem no resultado.

Caso apresente alguma falha no resultado, o exame deve ser repetido com 30 dias de vida e concluído diagnóstico e iniciado tratamento até 6 meses de vida.

 

O plano de saúde cobre esse exame?

 

Sim. Por ser um exame obrigatório, todos os planos de saúde cobrem o exame.

 

Por que é importante realizar o exame?

 

Pois a audição é muito importante para o desenvolvimento de fala, linguagem escolar, auto estima e adaptação psicossocial. Desta forma, as crianças com perda auditiva atendidas precocemente, têm melhor desenvolvimento e qualidade de vida do que as que recebem cuidados tardiamente (dois a três anos).

 

Todos os bebês devem realizar o exame?

Sim, pois qualquer bebê pode nascer com alteração auditiva ou adquirí-la nos primeiros anos de vida. 50% dos casos de deficiência auditiva não estão ligadas a fatores de risco como:

1. Apgar de 0-4 no 1º minuto ou 0-6 no 5º minuto;

2. História familiar de deficiência auditiva neuro-sensorial hereditária na infância;

3. Ventilação mecânica por 5 dias ou mais;

4. Infecções congênitas, tais como, citomegalovírus, rubéola, sífilis, herpes e toxoplasmose;

5. Peso no nascimento inferior a 1500g;

6. Meningite bacteriana;

7. Características de síndromes que possam incluir perdas auditivas condutivas ou neuro-sensoriais;

8. Hiperbilirrubinemia em um nível que indique exsanguíneo transfusão;

9. Anomalias crânio-faciais, incluindo aquelas com anormalidades morfológicas do pavilhão auricular e do canal auditivo;

10. Medicações ototóxicas quando utilizados em múltiplas doses.

Caso seu bebê apresente qualquer um desses fatores de risco e/ou otites de repetição a audição deve ser avaliada periodicamente.

 

Lembre-se sempre: SÓ APRENDEMOS A FALAR, OUVINDO!!!

 

Fonoaudiólogas responsáveis pela triagem auditiva neonatal no Hospital e Maternidade São marcos

 

 

Cassia Menin Cabrini Crea 4180

Silvia Mieko Hayashi Nascimento CRFa 9695

 

AMAMENTAÇÃO

O leite materno é o primeiro alimento ingerido por uma pessoa e é o alimento mais importante na vida dela. Ele é repleto de anticorpos, uma vez que o sistema imunológico do bebê não está completamente formado, conferindo proteção contra doenças como diarreia, infecções respiratórias, alergias, diminui o risco de hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade. Além disso, o leite materno é o único alimento que possui todos os nutrientes em quantidade e qualidade adequadas ao recém-nascido humano, é de rápida e fácil digestão.

Para a Fonoaudiologia, o aleitamento materno está diretamente ligado nas áreas de linguagem por possuir substâncias que e atuam na formação cerebral contribuindo para o desenvolvimento cognitivo e vínculo mãe e filho; audição por previnir otites por possuir anticorpos que evitam a infecção no ouvido e na motricidade orofacial por proporcionar o crescimento facial adequado, trabalhar os músculos que mais tarde serão necessários para a mastigação, respiração, fala e deglutição.

O maior desafio da amamentação é compreender que este é um ato aprendido, que envolve vários aspectos sociais, culturais, socioeconômicos e emocionais, diferente do processo de lactação que é natural. Por esta razão, torna-se imprescindível profissionais habilitados e capacitados para auxiliar as mães caso tenham alguma dificuldade.

DICAS PARA O SUCESSO NA AMAMENTAÇÃO

O queixo do bebê toca a mama;

Boca bem aberta;

Lábios inferior e superior evertidos (virados para fora);

Bochechas arredondadas;

Vê-se pouca aréola na parte inferior da mama;

Sucções lentas e profundas: o bebê suga, dá uma pausa e suga novamente;

O corpo do bebê próximo ao da mãe;

Corpo e cabeça do bebê alinhados;

Nádegas do bebê apoiadas;

A mãe deve segurar o bebê no colo com firmeza.

Existem várias posições para amamentar, o importante é que a posição seja a mais confortável possível para a mãe e para o bebê. Procure um ambiente tranqüilo para amamentar e aproveite este momento para conversar com seu bebê e tocá-lo. Ele já é capaz de sentir e entender todo esse amor e carinho.

 

DISFAGIA

A atuação fonoaudiológica em ambiente hospitalar do paciente com disfagia, visa a avaliação e reabilitação das funções de deglutição, assegurando a alimentação por via oral de forma segura e prazerosa com suporte calórico nutricional por meio de vias alternativas adequadas para cada caso.

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